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segunda-feira, 20 de junho de 2011

All Star traz edição comemorativa de Super Mario Bros


A coleção que faz uma homenagem ao famoso e querido encanador de Super Mario Bros foi anunciada no blog oficial da Converse, fabricante do tênis All Star.




Os modelos mostram imagens das fases do jogo. O que mais impressiona são os detalhes, que, além de estamparem todo o tênis também aparecem na parte de dentro e como complemento na parte de trás.

Há duas estampas, uma delas fica escondida, enquanto a outra é sobreposta. Basta dobrá-la para ver a continuação. E até a caixa do tênis teve direito a layout temático.






Por enquanto, apenas os fãs japoneses terão acesso à relíquia, que deve chegar às lojas a partir de agosto deste ano.




Qual você escolheria?




Enquanto isso, bora relembrar os bons tempos de Super Nintendo... hehe


Paz através da música

Um projeto muito bacana viaja o mundo levando os bons sentimentos, a energia positiva e uma consciência coletiva de paz, tudo isso através da música.
A ideia vem de uma fundação que ajuda algumas comunidades em dificuldade, a “Playing For Change Foundation” tem alguns valores e missão bem difundidos, que são sempre divulgados nos seus vídeos. No trailer do documentário produzido por eles em 2009, esses valores são descritos. Coisas como “we traveled around the world in search of inspiration, with passion to connect the world trough music” - viajamos ao redor do mundo em busca de inspiração, com paixão para conectar o mundo através da música.


Com esse objetivo conectar o mundo através da música, providenciando local, instrumentos, programas educacionais, entre outros, para músicos em diferentes partes do mundo. Os caras viajam os mais variados locais regravando grandes clássicos da música com músicos de rua e alguns famosos e de carreira consolidada. Um bom exemplo de músico famoso, é sem dúvida nenhuma, Bono Vox, do U2. O irlandês é uma das figuras carimbadas na capa do site do projeto.

Uma das músicas que ganhou uma nova roupagem e um clipe muito legal é “Stand by me” de 1969, composta por Ben E. King.


Além de fazer essas versões muito legais de músicas consagradas o pessoal da “Playing for change” tem os pés muito enraizados da responsabilidade social.
A Fundação demonstra essa preocupação com projetos de escolas e abrigos em países como África do Sul, Índia, Nepal entre outros.
Artistas e pessoas comuns que em um dado momento se uniram movidos pela música. E a partir disso conseguem oportunizar e colaborar para o desenvolvimento de tantas outras ao redor do mundo. Uma grande ideia com uma ótima trilha sonora.

“Redemption song” uma espécie de hino gravado em 1979 pelo mestre Bob Marley, junto com “The Wailers” música integrante do álbum “Uprising” lançado no ano seguinte. O pessoal da “Playing for change” deixou a pegada do som menos triste e ainda fez uma homenagem ao Robert Nesta Marley neste vídeo. Confere aí!




domingo, 11 de julho de 2010

Folk de olhos azuis vindo da Escócia!!!

Eu sigo encantado por Amy Macdonald, não só pelos olhos azuis, mas sim pelo som que essa garota faz. Uma escocesa de 23 anos que toca guitarra a dez. Tem uma voz suave mas potente. Faz algo que respira no folk. Som moderno, bem feito e sem as frescuras da cultura pop jovem atual.


Quando a conheci (musicalmente) logo cunhei um rótulo para desanunciar suas canções no VNR. Era a versão ‘clean’ da Winehouse. Descobri o álbum “This is the life” em 2008, cerca de seis meses depois do lançamento. Ouvia uma rádio de Londres online, quando o comunicador categoricamente disse que iria tocar a mais nova sensação britânica.

A canção de estréia “Poison Prince” já veio muito bem. Mas aos meus ouvidos a martelada foi “Mr Rock and Roll”, canção que coloco um trecho da letra aqui:



So called Mr Rock And Roll

Is dancing on his own again

Talking on his phone again

To someone who tells him that his balance is low

He´s got no where to go

He´s on his own again



Fica ‘aboadica’ de som VNR!!! Amy Macdonald!!!

Página oficial da moça: http://www.amymacdonald.co.uk/gb/home/

MySpace: http://www.myspace.com/amymacdonald



A primeira canção!!!


A música do momento!!!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bob Dylan: Nem gregos nem troianos!



O que você sente quando ouve as canções de Bob Dylan? As respostas são variadas. As definições também. Há quem seja fã do cara, mas ande com arrepios da fase “sem sal” do mestre. Desde os clássicos dos anos 1960 se espera sempre algo grandioso de Dylan, mas existe quem tema por uma entrega ao mercado do velho e histórico folkista.


“Passeia entre o chato e o sublime” diria um amigo meu (Zadinello). Outro já me confessou que o último disco fecha uma fase, que a partir de agora teremos um novo Robert Zimmerman. E é sobre este último disco que escrevo aqui. Together Trough Life produzido por Jack Forst foi lançado em abril, mas só agora aceitei o desafio de dar pitacos sobre o álbum. Escrever sobre Dylan requer muita calma e sorte para não falar bobagem. Mas usando do subterfúgio da opinião individual e intransferível vamos lá.

Together traz desde sua faixa de abertura uma proposta; aquele tipo de som para você aumentar o volume do player e curtir a imagem que a estrada pode proporcionar. Um blues comum, mas bem feito. Não identifiquei nenhuma receita mirabolante no blues, há não ser a deliciosa retomada às raízes.

Ao ouvir todo o disco você vai ficar com uma sensação de que existe uma influência mais marcada nessa obra. Bob Dylan traz em Together Trough Life muitos sinais de um de seus inspiradores. Howlin’ Wolf, um dos maiores blueseiros no meu entendimento. Essa aproximação de Dylan não é a primeira vez que acontece, o velho Robert sempre se alimentou muito de Wolf, Waters (Muddy) e de tudo que houve de bom na melhor fase da Chess Records.

Bob Dylan em Together Trough Life, marca seu 33° trabalho. Ele ainda consegue agradar os ouvidos de seus fãs, mas ainda falta alguma produção que seja tão eloqüente quanto ao nome do músico. Eu ainda espero que Dylan nos brinde com alguma canção para substituir Like a Rolling Stone do ipod da minha mãe. Enquanto isso não acontece, sem ser ranzinza vou curtindo os discos da fase contemporânea de Dylan.

Enquanto fechava esse texto me dei por conta que o 34° disco de Bob Dylan já deve estar correndo mundo (vazou na internet mês passado, salvo engano). Meu amigo Grings havia me alertado que na primeira quinzena de outubro deveria sair “Christmas in the heart”, mais uma obra para quem é fã, “trata-se de um disco natalino e beneficente. Toda a renda arrecadada com o álbum será repassada a entidades que doam alimentos a pessoas carentes.” Divulgou Grings no seu blog.

Fica a dica para o fim de ano. Dois discos do Bob Dylan.

Do Together gostei mais da faixa seis, “Jolene”. E você?

Você poderá ler este e outros artigos meus no site da Vitrola. A partir de agora, também darei pitacos culturais por lá. Acesse http://www.vitrola.com.br/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Bob and Bruce

Salve. Segue mais um texto enviado por ouvinte e que faturou mais um pacote com os discos novos de Bob Dylan e Bruce Springsteen.


Ser alguém Rock and Roll virou moda. Foi algo de protesto, uma espécie de não para tudo. Não para fome, não para as guerras, não para tudo que o homem fez e faz de errado. Hoje vivemos uma fase do ciclo da humanidade em que não importa mais isso. Não temos ao certo o que reclamar. Nem o que ouvir. Vivemos na cultura pop em que uma mulher bonita e um cantor de rap são o sucesso. Esse é o nosso critério de bom. Mas não foi sempre assim. Nos anos 1960 dois caras começaram suas carreiras, como todos imitando algum antecessor. Duas histórias musicais impecáveis. Um é uma espécie de lenda viva, o outro um pagé de canções maravilhosas. Mestre Robert Zimmerman brinda aos ouvidos dos bons “degustadores” de música as suas composições sensacionais desde “Blowin in the wind (1963)” até 2."Life Is Hard (2009)". Por outro lado Bruce é o cara que mostra aos novatos como fazer coisas boas e evoluir sem se perder aos modismos. Até quem não gosta do tipo de som curte “Streets of Philadelphia (1994)” e desta maneira estaria apto a gostar de “Girls in the summer clothes (2008). Bob e Bruce anciões da música tal e qual o Carlos Eugênio no rádio. Velhinhos que mostram a gurizada como trabalhar com música com prazer, evolução e talento. Forte abraço



Arnaldo Recchia

Rock and Blues, domingo das 21 às 22 horas, na Itapema FM.

rb@itapemafm.com.br

Saudações, Cage Lisboa


http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&coldir=1&tp=10&template=3948.dwt&blog=162

sábado, 4 de julho de 2009

Opa tá começando


Ah, estou nas pilhas para fazer o Vinil de hoje!

Curte a lista com as primeiras canções de hoje:

Léo Jaime - Rock estrela

Pink Floyd - Mother

Stevie Ray Vaughan - Lookin' out the window

Kiss - Love gun (live)

Limp Bizkit - Boiler


Só o começo dessa mistura maluca que é o Vinil.. se acomode e aumenta o volume aeeeeeeee!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Confirmada a morte...


Fiquei chocado com a notícia que recebi no final da tarde de hoje. Meu telefone chorando, do outro lado meu pai me avisando que o Michael Jackson havia morrido, perguntava ele se iria fazer uma Naftalina especial. Imediatamente respondi que sim. Mas ao pegar o meu disco do Thriller percebi que seria difícil trabalhar hoje.

Não era qualquer músico. Poderia ter todos os desvios de conduta, mas era o Michael Jackson.

Lamento muito pela perda do mundo da música, apesar de ele estar fora dos palcos já faz muito tempo. Mas é um certo precisosismo que me afeta.


Naftalina de hoje é homenagem ao Rei do Pop. Músicas que vão rodar hoje:

Billie Jean

ABC

Beat It

I want you back

Wanna be startin something

Thriller

Ben

One day in your life


Se qusier pedir alguma outra fique a vontade...



Torpedo = 8407 3792

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Está na ISTOÉ


Publiquei no passado algo sobre irmos até Brasília assistir ao U2 de graça. Não vai rolar. A banda irlandesa não tem espaço na agenda para vir até o Brasil para participar da celebração dos 50 anos da Capital Federal.

Na revista ISTOÉ desta semana saiu a seguinte nota:

"Depois de convidar o U2, que não tem espaço na agenda, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, está em busca de nova atração para a festa dos 50 anos de Brasília, em abril de 2010. Na lista Paul McCartney, Beyoncé e Brytney Spears. Arruda avisa que não recuará no patrocínio de R$3 milhões para a Beija-Flor cantar a cidade em seu samba-enredo."

Agora o negócio é cruzar os dedos para que o ex Beatle venha para a badalada festa. Caso contrário vou gastar minhas economias em trakinas e coca cola em vez de ir no jubileu de ouro da obra de Juscelino Kubitschek.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Marvin Gaye...

Vou postar ainda nesta semana um texto sobre esse cara que foi simplesmente genial. Marvin Gaye. Para quem não conhece fica a dica para você curtir o Vinil Rock Café, volta e meia rodo algumas coisas da Motown. Por enquanto deixo um trecho de um vídeo da canção "What's going on".
Marvin Pentz Gay, Jr., foi um cantor popular de soul e R&B, arranjador, multiinstrumentista, compositor e produtor. Ganhou fama internacional durante os anos 60 e 70 como um artista da gravadora Motown..



Só para ter uma ideia a carreira e vida dele foi tão louca que o final foi assim: Em 1 de abril de 1984, um dia antes de completar seu 45º aniversário, Marvin foi assassinado com um tiro por seu próprio pai, após uma briga iniciada quando os pais de Gaye discutiam sobre a perda de documentos de negócios. A ironia é que Gaye foi morto por uma arma que ele próprio havia dado de presente para seu pai.

terça-feira, 16 de junho de 2009

O velho boteco do seu Zé


Existiu uma vez em Santa Maria uma casa que era o ponto de encontro de roqueiros, amigos e viciados em café escocês. Era o boteco do seu Zé. Durante meses foi o melhor lugar para se ir na cidade. Unificando gerações na noite. Infelizmente o sucesso subiu para cabeça do seu Zé, o bar fechou e com ele se foram lembranças e as mágoas do fim.




Tinha um boteco perto da antiga rodoviária, onde tinham acabado de inaugurar uma grande boate de música eletrônica. Então esse boteco ficou super segmentado, e exigente. Só ia galera com grana e fãs do Rock n' Roll. Foram meses de muita badalação. Seu Zé era o nome do dono do boteco. O seu Zé era gaitero e nas madrugadas de baixo quorum ele ia para o palco com sua gaita e mandava ver nos Bob Dylan. Lembro que todos os amigos da faculdade iam para o boteco do seu Zé. Galera que curtia o som de lá. No começo o seu Zé ia na porta das nossas salas no campus para convidar a gente para fazer um som. Nessa época era tão bom ir lá que eu me atrevia a batucar nas costas de um violão sem braço. A energia do boteco era tão boa que até as minhas batucadas faziam sucesso. Mas nem tudo permaneceu assim.

O seu Zé ganhou uma grana legal nos primeiros meses do boteco, enquanto a "playboyzada" ia na "Maison Club" para ouvir os barulhos que os dejotas faziam. A "elite cultural" ia para o boteco. Com todo o sucesso, o seu Zé foi reformando o boteco, deixou maior, comprou equipamentos novos, contratou técnico de áudio e principalmente reformou o palco.

O palco do boteco era muito elitista. Todo feito em mármore e granito, com detalhes em cobre e ouro. Não era qualquer um que podia subir ali. Foi então que a galera começou a ficar chateada com seu Zé. Aqueles que antes iam lá tocar por prazer e curtir com o seu Zé, não mais podiam. Os bateristas nem podiam tirar a camisa quando tocavam Fuel. E ele ficava criticando as bandas, dizia que tinham que aprender a tocar para poder subir no palco novo do boteco. O engraçado que antes quando o seu Zé precisava divulgar o boteco valia tudo, até violão desplugado. O pessoal tocava lá de graça, e nem uma ceva o seu Zé dava para os amigos (não se sabia mais se ainda eram amigos). Então um dia o seu Zé começou a fazer uma coisa muito chata. Chamava os guris da faculdade para tocar na sexta feira. Dava um latinha de ceva para cada um deles. Resultado: O boteco lotava de gente, porque era a essência do rock que estava sendo executada no boteco. O problema que no sábado o seu Zé sempre chamava bandas de fora como Porto Alegre, Caxias e até de Curitiba para tocar. E essas bandas só se apresentavam no boteco com cachê pago. Foi então que nós começamos a pensar e perceber. O seu Zé faturava grana com as apresentações dos amigos que ele não gastava nada; para poder pagar as bandas de fora.
Nós tinhamos um amigo que era uma mistura de argentino com roqueiro britânico, excelente guitarrista e fumante compulsivo. Era craque em tocar Amigo Punk e qualquer canção dos Cascavelletes. Um dia ele tocou no boteco e junto com ele uma menina que agente não conhecia direito. Os dois fizeram um cover muito massa de Iggy Pop. A música era Candy e a tal menina fez a parte da Kate Pierson. Nós achamos do c*** a apresentação dos dois. A essência do rock, bem o que a gente curtia. Eis que perguntaram para o seu Zé o que ele achara. Para surpresa de todos ele disse "que o 'Hermano' até que era mais ou menos, mas a menina ia ter que aprender a tocar e cantar para subir no palco do bar dele". O espanto foi geral, o Hermano tocava no boteco de graça e bem ainda, a menina agradou a todos. O seu Zé além de chato foi muito mal educado.
O seu Zé ficava cada vez mais chato. Outra vez comentamos que iriamos fazer uns cartazes para divulgar que ia ter show da galera da faculdade no boteco. Eis que o seu Zé negou dizendo "capaz, para as bandinhas daqui de SM eu não faço cartaz". Nos colocou no chão.

Com toda essa mudança do seu Zé, que antes era um amigão agora passara a ser um interesseiro. As bandas resolveram não tocar mais no boteco do seu Zé. Não a menos que fossem pagos com um cachê justo. E sem as bandas, saíram do boteco os fãs das bandas e todos aqueles que curtiam o Rock n' Roll.

Não levaram muitos meses e o seu Zé teve que fechar o boteco. Não teve mais público e não pode mais pagar as contas. Tudo por causa do excesso de ganância. E isso é tão fatal que fechou um boteco famoso numa cidade como Santa Maria que na época tinham mais de duzentos mil habitantes. Ouvi dizer que seu Zé pipocou de cidade em cidade tentando obter o mesmo sucesso que teve com o boteco na frente da antiga rodoviária. Mas aparentemente sua iniciativa não obteve sorte.

Eram bons os tempos de noitadas no boteco do seu Zé. Sigo na esperança de encontrar lugares tão legais quanto o o boteco daquela época. De preferência sem a ganância do velho Zé.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O agente bom de corte! Péssimo.


Sei que não sou cineasta, tampouco especialista no ramo (pré requisito para alguns), mas ainda assim vou falar sobre um filme.

Zohan, o mais novo filme de Adam Sandler (novo para mim é claro) me supreendeu. Sim o filme é horrível. Achei detestável. Piadas fracas, excesso de ficcionismo e um humor que só sendo judaico-árabe-novaiorquino para entender.

As formas de humor sarcástico que são marcas nos filmes de Sandler, dão espaço ao pastelão neste filme. Um agente de Israel que sonha em ser cabeleireiro em NY. Até aí tudo bem.

Com o preconceito ele forja sua morte e parte em busca do sonho. Para isso o espectador é submetido a uma série de besteiras inconcebíveis. Se o objetivo era fazer uma sátira de 007 com as formas mirabolantes de combater os inimigos, Sandler paga uma de palhaço. O que é pior, palhaço sem graça.

O filme é todo feito com um linguajar estadounidense extremamente carregado com o sotaque árabe (núcleo palestino) e judeu. O problema que trocadilhos que poderiam ser engraçados (o filme da o 'time' para o riso) não atingem o objetivo. Assisti ao filme com perplexidade, pis do começo ao fim não consegui rir. Percebe-se o demasiado apelo ao vocabulário. "Pipishi" referindo-se a pênis, "obum bum bo" conotando sexo; são trocadilhos completamente infelizes.

A história é absurdamente fraca. Notadamente o diretor Dennis Dugan quis fazer uma crítica à alguma coisa. O problema é que ao final do filme conclui-se que todas as cenas passaram e nada foi dito. No máximo, é possível extrair o óbvio - o apelo à paz na terra Santa -.

domingo, 14 de junho de 2009

Uma suburbana e negra rosa acústica!

Aí está! Começando a ficar interessante a enquete atual do blog "Qual banda vocÊ mais gosta?".

Rosa Negra e Suburbanos Acústico disputam a ponteira dos votos. Os dois grupos tem suas peculiaridades, mas possuem uma proximidade interessante. A principal delas é o projeto acústico. Esta já trabalha na divulgação do seu primeiro disco, enaquanto aquela ainda corre na finalização do DVD. São bandas que apostaram em algo mais sério que as demais. Tudo bem que possam dizer por aí que são músicos que tem mais grana. Entretanto, conheço bem os integrantes e diria que salvo uma ou duas exceções o resto são pelados. Riqueza ali é só na vontade de fazer música.
Hoje no mundo comercial de músicas a Suburbanos Acústico está alguns passos na frente. Tem tocado em várias rádios da região e ganho elogios de figurinhas marcantes como Marcos Zadinello e Juliana Giongo da Atlântida de Chapecó-SC.
A Rosa Negra tem mais estrada, mas ainda patina na sua formação. Ainda não se achou no palco com a nova vocalista e agora o novo baterista. Mas para o meu gosto agora a banda está no caminho certo.
Evidentemente os dois projetos sofrem severas críticas. Vários nomes consagrados do rádio, e pessoas ligadas à música e cultura me fizeram observações pessimistas, mas não as reproduzirei aqui. É capaz ter gente cortando os pulsos. (risos)

E isso é assunto para mais tarde. Agora você que é fã de uma das duas bandas, vote! Se odeia uma, vote na outra! Deixe seu comentário justificando seu voto também.

Vamos lá, "mouses" prontos, comecem os click alucinados. Pode ser que saia o primeiro fã clube de alguma dos dois grupos... Que tal!?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Uau!


Foi muito boa! Inesquecível e completamente fora do comum a festa de aniversário do Vinil. Evidentemente tivemos vários problemas. Mas é aquilo: Vão os erros e ficam as lições!

A galera que estava lá conhecia o programa, entendeu a proposta da festa e curtiu as atrações.

Só tenho a agradecer aos shows de rock que tivemos... Áudio Etílico, Rosa Negra, Alkalina, Superphonics, Suburbanos Acústico e Trevus. Não posso esquecer dos improvisos que são e foram a essência do Vinil Rock Café, que na festa ficaram por conta do grande Mestre Coxinha, da Carol Nunes, do bluseiro Gustavo Farezin e outros que na hora entraram na vibe.

Infelizmente tivemos problemas com os ingressos (sim, perdemos dois blocos de ingresso) e antes da meia noite o pub estava superlotado. Se teve algum ponto positivo nisso posso ressaltar dois apenas: O Rock tem um público do ca***** e batemos o recorde do público no pub, foram 321 pessoas.

Mas é isso. Valeu galera pela presença e sobretudo pela audiência.


Long life vinyl rock coffee!!!

sábado, 16 de maio de 2009

Uh o friiio chegou!

É moçada o frio veio e mostrou como vai ser. De quarta para cá tivemos chuva torrencial e agora estamos falando de temperaturas estáveis abaixo dos dez graus e perto de zero na madruga. Sim, esta madrugada chegamos bem perto do marco nulo do termômetro.
O bom desse negócio todo é o consumo de anti-térmicos e analgésicos... hehe. Agora já é hora de dar uma adaptada no roupeiro também. Saem as coisas leves e vem as “trouxas”. Eu prefiro os casacos e blusões ao short e regata. E na cama? Muito bom mil cobertores e edredons. Chegou o primeiro final de semana em que temos que nos entocar debaixo dos cobertores, ficar imóvel porque qualquer movimento podemos nos encostar no lado do lençol que está frio. Sou “inverneiro” de plantão.
No que diz respeito a vestimenta, hão de convir comigo. As mulheres ficam mais lindas agora no frio! Coxas e busto a mostra pode até ser atraente, mas uma mulher bem vestida, elegante e cheia de si sem vulgaridade tem seu preço. Eu acredito que elas também (na maioria) tem predileção por alguém mais comedido e sóbrio na sua roupa.
Parabéns para as meninas que usam e abusam do frio para desfilar bom gosto.
E dá-lhe inverno.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Que cara chato...

Estou postando a matéria na íntegra do site g1.com.br, não tenho tempo agora, mas depois eu comentarei o que é sem comentários...
Guitarrista do Oasis reclama de shows no Brasil em blog

Noel Gallagher diz preferir apresentações em grandes estádios.Líder da banda comparou o Brasil com a Argentina.
Noel Gallagher, guitarrista do Oasis, colocou um novo texto no blog oficial da banda no MySpace. Nele, o líder do grupo reclama dos shows que fez em Curitiba e em Porto Alegre: “Curitiba foi ótimo. O show, nem tanto. Não entendo o que tentamos provar tocando em lugares como aquele e como em Porto Alegre”. Gallagher também compara a turnê brasileira com o show da banda em Buenos Aires, na Argentina, onde tocaram no estádio do River Plate: “Se todo mundo na Argentina viaja até Buenos Aires para fazer parte de uma das maiores noites de todos os tempos (não estou brincando, você deveria estar lá!), eu não vejo por que isso não poderia acontecer no Brasil”. Para o guitarrista, quem sai em desvantagem são os espectadores. “São os fãs que saem perdendo, se quiser saber a minha opinião. Um show em um palco desmontável em um estacionamento nunca vai ser comparável ao barulho e cores de um estádio”, explica, completando: “Ainda assim, as apresentações foram ótimas. Poderiam ter sido melhores”. O Oasis terminou sua turnê brasileira nesta terça (12) com um show no Gigantinho, em Porto Alegre. Antes, tocou na Arena Expotrade em Curitiba (10), na Arena Anhembi em São Paulo (9) e no Citibank Hall no Rio de Janeiro (7).
Segue o texto do mané...
"Curitiba was great. The gig was anyway. Dunno what we're trying to prove by playing places like that, and here in Porto Alegre for that matter. Why not just do 2 big, fuck off gigs in Rio and Sao Paolo?? If everyone in Argentina is willing to travel to Buenos Aires to be part of one of the greatest nights of all time (I'm not kidding, you should've been there!) Then I don't see what the difference is in Brazil. It's the kids who lose out, if you ask me. Someone throwing up a make-shift stage in some car park can never compare with the noise and colour of a stadium. Still, the gigs themselves are great. Could be better though. Anyway, 'nuff of that."

terça-feira, 12 de maio de 2009

Pááááára tudo!!!





Aos viciados em U2 de plantão. Os caras vem para o Brasil no ano que vem. Conheço gente que já me disse "eu nunca irei ao show do U2" e outros que dizem "faria qualquer coisa para poder ir".

A novidade é essa. Eles tocam em Brasília no ano que vem. Detalhe: O SHOW É DE GRAÇA!

Sim! Será uma festa alusiva aos cinquenta anos da nossa capital federal, então o governo do Distrito Federal vai bancar essa.

Já comecei a fazer as contas e as economias. Podemos ir de avião de Poa até Brasília, ida volta sai por 460 reais (isso hoje né). Agora de Frederico até Poa vai no dedão mesmo. Vale lembrar que isso era mais ou menos o preço que foi cobrado pelo show em São Paulo a três anos atrás.

A dica é quente e está dada, se agilizem para curtir as canções dos irlandeses e as meninas de plantão essa será uma rara oportunidade de ver o Bono ao vivo sem pagar nada.

PS: O show é no ano que vem, mais precisamente em abril de 2010. Na explanada dos ministérios... isso significa que vai ter neguinho espalhado a fuzeo em Brasília.

Estaremos juntos... hehe





Vocês são uma puta banda! Vocês são como The Rolling Stones!

É os cuscos estão ficando grandinhos mesmo, essa foto é da Denise Gadelha responsável pela divulgação dessa forra toda do Oasis e da Cachorro, isso é claro porque ela é por incrível que pareça a namorada do Beto Bruno.
Liam Gallagher o beiçudinho vocalista do Oasis disse nesse momento "You're a great fucking band! You're like The Rolling Stones!".
A Cachorro é boa pra c**** , mas os roqueiros frederiquenses lembram do showzinho burocrático que eles fizeram aqui!
Só postei isso para lembrar o porquê do show da Cachorro ter sido um pouco sem sal no Clube Harmonia em 2007. Os caras andam recebendo babação até do Oasis, ah sem falar que são a banda que abriu os quatro shows dos ingleses aqui na terrinha.


PS: O click foi em Curtiba nesse domingo, ouvi dizer que foi palha o público da capital paranaense.


segunda-feira, 11 de maio de 2009

A agulha vai derreter o Vinil ao vivo


Programa 100% rock n’ roll da Luz e Alegria 95.9 vai comemorar o segundo aniversário com transmissão ao vivo direto do Opus 10 Hall Pub no dia 06 de junho

Anderson Silva
Aniversário de dois anos do Vinil Rock Café. Não será inesquecível apenas para as bandas que participarão como protagonistas da festa, mas também para os apaixonados pelo rock n’ roll, que terão a oportunidade de viajar pelos terrenos ociosos das inúmeras variantes que serão apresentadas ao vivo por Arnaldo Recchia direto do Opus 10 Hall Pub de Frederico Westphalen.
Logo após o por do sol, serão abertas as cortinas do som, que somente cessará quando o galo cantar. O barulho está a cargo de inúmeros convidados e já consagrados plantonistas do Vinil: Suburbanos Acústico, Rosa Negra, Lucas Wirti, Coxa, Carol, Cadré e por aí vai.
Cabe ressaltar que a festa resgata os primórdios das baladas rock n’ roll, iniciando cedo, como nos tempos da antiga, “é de extrema importância que avisem aos amigos, fãs e afins, que a festa inicia às 19 horas, também conhecido por sete da noite, isso implica que todos devem estar lá às 19” , explica Arnaldo.


Os caras e as caras. E ainda as bocas
Tudo começa às 19 horas com Arnaldo Recchia apitando o jogo e Coxa dando o ponta-pé inicial, depois...
19:45 - Audio Etílico
20:25 - Rosa Negra
21:00 - Coxa, Cadré, Wirti, Carol e Carol Nunes (apresentação dos amigos do Vinil e algumas viagens solo
22:00 – Alkalina
22:30 - Superphonics
23:10 - Suburbanos Acústico, apresentando o seu álbum “Além das coisas que não falei” e às 23:25 apresentação da música tema do Vinil
01:00 - Apresentação da Banda Oficial do Vinil Rock Café (improviso e ao vivo)
Lucas Wirti - Vocal (Superphonics)
Julio - Saxofone (Alkalina)
Mauricio Donin - Violão (Rosa Negra)
Kbelo - Bateria (Suburbanos Acústico)
Jc kiss - Baixo (Suburbanos Acústico)
Luis Coxa - Violão (Drexinha's Blues Band)
Cadré Dominguez - Gaitas (Drexinha's Blues Band)
02:30 - Discotecagem (Blues, Folk, Jazz, Rock n' Roll e outras com Marcos Zadinello da Atlantida Chapecó

É isso aeeeee...
Se liguem pq vai ter mais atrações surpresas no dia... só indo lá ou ouvindo o programa vc vai saber!!!

Flores... Vejo flores em você!


Começando a gostar desse negócio de escrever sobre bandas locais. Impus-me a dedicar essas linhas à banda Rosa Negra. Um dos grupos mais antigos no cenário frederiquense que agora se desplugou e anda engatinhando com um projeto audaciosamente acústico.
Assisti três shows deles, incluindo a gravação do DVD, e de longe pode se perceber que a banda está no caminho, mas falta “entrosamento” entre alguns setores do sexteto.
A primeira observação cabe a nova vocalista – Nayara – uma excelente cantora com uma voz belíssima, mas falta a ela dizer a que veio. Não cai bem uma cantora não ter empatia com o público, é certo que ela é jovem e não tem nenhuma experiência de palco, mas isso precisa ser sanado urgentemente.
O primeiro show que assisti foi a estreia da nova formação e um repertório liso, linear. Volto a comentar a apatia no palco incomodou a mim e a muita gente que não entende nada de música, apenas gosta de curtir uma noite no pub.
O que me agradou recentemente foi o último show. Ah! Esse sim eu consegui ver algo mais na Rosa Negra. A primeira mudança foi a Nayara em pé dançando enquanto ungia a inveja de muitas cantoras ao entoar as canções. Isso melhora a presença de palco. Os caras tem um dos melhores bateristas do cenário local – Duda – a questão é que ele ainda não entrou no clima acústico e com algumas atravessadas no último show isso começa a se tornar notório.
Fernando Diude, figurinha fácil e carismática é responsável pelos teclados, mas apesar de toda sua empatia não me agrada ouvir nem o ver chamando as canções como “leader band”, penso que não pode ser dele esse papel.
A grande atração cômica da noite foi a volta de Gustavo Minuzzi aos vocais, ainda mais se levarmos em consideração que meia hora antes do show ele estava sem voz. O baixista rechonchudo além de formar uma dupla nos vocais com a Nayara foi mais além e mandou ver num Elvis Presley e Johnny Cash. A versão Elvis por ser muito excêntrica arrancou alguns risos da galera, mas ainda assim foi bom. Já “Hurt” com a voz rouca e grave do Minuzzi ficou muito boa. E tudo isso foi depois da galera se embalar com o hit dos anos noventa do Crash Test Dummies – Mmm.
Os caras fizeram um show bom. Longo e em alguns momentos um pouco cansativo. Sweet child ‘o mine ficou simplesmente linda e contagiante na versão da Rosa. Talvez seja a hora de repensar o repertório, porque na última canção foram impecáveis.
Para fechar tenho ouvido de alguns amigos – eu concordo – que a banda fica acima da média quando executa suas próprias canções, como o hit “Respostas”. Vale a pena a gurizada da Rosa pensar nisso.
Agora o negócio é esperar a chegada do DVD e ficar atento ao próximo show da nova fase da Rosa Negra agora Acústico.

domingo, 10 de maio de 2009

Nem cortar os pulsos nem pular de alegria


Fim de tarde quase início de noite formando um cenário bucólico, preferencialmente sozinho fique no princípio de escuro escutando o disco “Além das coisas que não falei”.
Um álbum conceito da banda frederiquense Suburbanos Acústico. São catorze canções e em onze delas levam a assinatura de um dos mentores da banda – Japa – além de tocar de forma menos técnica e mais apaixonado pela música o cara se mostrou um grande letrista no disco.
A primeira música “Além” cria uma certa confusão para o ouvinte, pois o solo de piano da Katryne passa uma falsa idéia de que será uma seqüência de músicas eruditas. A música é muito boa, mas gostaria mais se o solo inicial fosse menor, entretanto como a banda se propôs a ser diferentemente conceitual o objetivo é alcançado já na primeira faixa.
A segunda canção enquanto demo tinha tudo para ser o próximo hit na cabeça da galera, mas algo se perdeu entre a garagem e o estúdio e “O homem chamado ninguém” ficou mais séria e chama atenção para o vocalista. Alemão faz sua primeira aparição impecável nessa faixa.
“Castelo de cartas” é uma canção simplesmente redonda. Aquelas músicas que devem ficar no lado B dos discos para que só as pessoas mais interessadas acessem. A letra é do projeto de jornalista Ander, que além de colocar a faixa três no disco assina em co-autoria com Japa a música tema da banda – “Suburbano sem lar” – que aparece na faixa cinco.
No meio do disco temos uma seqüência que por obrigação preciso rotular de sensacional. Após ouvir Jc Kiss fazendo mágica com o baixo nas canções iniciais, sobretudo em “Lembranças” somos apresentados à “Estrada do sol” a música que deverá ser a de trabalho do cd. Uma música em que os violões são as estrelas da melodia. Vocal perfeito, apesar de que nas versões ao vivo Alemão não tem conseguido atingir a mesmo desempenho, dada a perfeição da versão gravada.
Na seqüência temos uma dicotomia, um drama pensativo quase poético de “O cais” em que se percebe uma conversa perfeita entre violão e piano, como se os dois instrumentos chorassem e lamentassem um ao outro. Chegando na faixa nove temos a menor canção do disco, ritmo acelerado com frases fáceis “Única” tem tudo para ser hit de radio FM. Aquele tipo de canção que prende atenção de quem está trabalhando e ouvindo o rádio. Não é a melhor canção do álbum, mas sem dúvida alguma é a mais comercial.
Fechando a história que se propuseram o disco conta histórias tristes e revelam um grande talento na bateria da Suburbanos Acústico. Kbelo conduz muito bem o ritmo da banda, mas ainda precisa cuidar a intensidade de baterista em álbuns acústico, grande momento do disco é prestar atenção só na bateria, no mínimo um desafio interessante.
Destaca-se na faixa treze a canção “Daily life” a única em inglês. Letra bonita e música melancólica. Mais uma canção que deveria estar no lado B do vinil (se prensado fosse). O que me incomoda um pouco na música é algumas evidências que fazem um atento ouvinte perceber que a música foi composta primeiro em português e depois traduzida e musicada.
“Das coisas que não falei” seria a canção que algum comunicador clichê diria – para fechar com chave de ouro – é sem dúvida alguma uma das senão a melhor música do álbum. Grande destaque para violão e voz na faixa catorze.
O disco amarelo com uma borboleta vermelha na capa dão um charme especial para um dos melhores discos de bandas novas dos últimos anos. Um pop rock com os dois pés bem enterrados na MPB moderna. Suburbanos Acústico anotem esse nome porque vamos ouvir e ver muito a respeito dessa banda.